terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quando as luzes se apagavam.

Olá "pessoínhas", estou de volta no segundo dia do blog. Bom, como a descrição do blog já diz... Eu postarei desde vídeos do restart poemas de amor à coisas de extremo horror (Se bem que este conto nem é tão forte assim)... Bom, talvez fique meio teletubies estranho, mas é aí que os senhores deverão se lembrar do nome do blog... Enfim, vamos logo àputaquepariu ao post:


Quando as luzes se apagavam, fenômenos sobrenaturais se acercavam da garotinha... Mas ninguém dava crédito de seus terríveis pavores.
  

- Mãe! Eu não gosto de dormir no escuro. (fala Samantha, chorando). 

     Samantha tinha oito anos de idade e não gostava de dormir no escuro. Dizia  ela que todas as vezes que apagavam a luz do quarto, ela ouvia vozes, que pediam socorro. Pessoas que choravam e suplicavam algo que ela não sabia o quê.                                   
     A mãe Débora e o pai Sandro não acreditavam muito na filha. Pedro, o irmão mais velho, de quinze anos de idade, adorava tirar sarro de Samantha. 
     Pedro chamava ela de doida, paranóica, recalcada e outros adjetivos mais. 

     Samantha tinha um quarto cor-de-rosa e cheio de ursos de pelúcia. Ela amava o quarto durante o dia. Mas quando chegava a noite, ela se escondia debaixo dos cobertores com medo das vozes. Vozes de crianças. 

     Foi aí que, certa noite, Samantha caiu no sono. Pedro, para assustar  a irmã, resolveu apagar a luz do quarto. Ela nem percebeu, pois estava num sono profundo. 
   

 De repente, no meio da noite, ela acorda, ao ouvir um coral de crianças cantando: 

“Um, dois, três, já foi a nossa vez. Quatro, cinco, seis, agora é sua vez. Ele está vindo e quer te pegar. E não adianta correr que sua alma ele vai sugar”. 

     Samantha começa a gritar, pedindo socorro, debaixo dos cobertores. Débora e Sandro correm apavorados para ver o que tinha acontecido com a filha. Pedro ri disfarçadamente, zombando da irmã. 

     Débora e Sandro, já não agüentando o medo que a  filha tinha do escuro, resolveram levá-la a uma psiquiatra. 

     Dois meses de terapia e nada dela perder o medo. Porque sempre que Samantha deitava e apagavam as luzes, ela ouvia as vozes e gritava. Os pais, já cansados de pagar o tratamento, que era muito caro, e não ver melhoras, resolveram deixar ela dormir com a luz acessa mesmo. 

     Mas novamente Pedro nota que ela estava dormindo profundamente. Com as pontas dos pés e sem fazer nenhum barulho ele resolve apagar a luz do quarto. E  se esconde atrás da porta, esperando os gritos da irmã. 

     Porém, dessa vez não foi possível escutar os gritos. 

     Pedro, estranhando a irmã não ter gritado, resolve ver o que tinha acontecido. Será que o tratamento deu certo?, pensou ele, desanimado, pois não poderia mais tirar sarro da irmã. 

     Pedro entrou no quarto, acendeu a luz e...  viu! 

     Samantha estava deitada com os braços e as pernas esticados, toda dura e pálida, já sem vida, e com a boca aberta, como se alguém tivesse sugado sua alma. Pedro ficou paralisado e assustado. Foi quando a luz do quarto se apagou  sozinha e a porta também se fechou. Subitamente, Pedro começou ouvir vozes sinistras, como fosse um coral de criança cantando: 

“Um, dois,  três, ela morreu. Quatro, cinco, seis, é sua vez.   Ele está vindo e quer te pegar. E não adianta correr que sua alma ele vai sugar”.... 
     Enlouquecido, Pedro começou a gritar: 

     - NÃÃÃÃÃOOOOO!!!     

"Tê Êndi" Fim!

Agora pra tocar o terror pra descontrair, deixo com vocês um vídeo que é bem no "tema 666". Desfrutem, e tomem muito cuidado ao dormir com as luzes apagadas!



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